COB tenta confirmar expectativas e passar em teste de logística no Pan

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da heads bet: Os Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, daqui a menos de um mês, impõem desafios árduos para o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Além da torcida para que atletas e equipes atinjam a expectativa de confirmar as classificações de suas modalidades para os Jogos de Tóquio-2020, a entidade se prepara há meses para um teste de logística delicado.

O “caos” dos transportes na capital peruana é uma das preocupações para o deslocamento dos atletas. O agravante é que os brasileiros ficarão instalados em seis subsedes, localizadas entre uma e quatro horas de distância da Vila Pan-Americana. A organização garante que a cidade está preparada.

Outro desafio está na bagagem. O Brasil terá de transportar800 malas com os uniformes da delegação brasileira, por meio de três contêineres. Outros dois levarãomateriais e equipamentos esportivos, como remos, pranchas, varas e bicicletas. A bagagem incluirá ainda prensa para estampar os uniformes, máquina de lavar, geladeiras, piscinas de crioterapia, equipamentos de fisioterapia, desfibrilador e bioquímica para coleta de sangue e urina.

Alguns esportes apresentam demandas específicas. O COB terá de providenciar a ida de nove barcos da vela, que sairão do Brasil de navio para Lima. Os cavalos do hipismo sairão da Europa, Estados Unidos e do Brasil, acompanhados de veterinários ou tratadores.

– Já temos equipes indo para lá na próxima semana para preparar a recepção de todas as equipes nacionais, que chegam mais para o final do mês. A logística mais complexa é a que envolve cavalos e barcos, onde há maior complexidade e necessidade de um trabalho mais pesado com relação a organização, planejamento e custos. Mas está tudo sob controle para que todos estejam em condição de disputa – disse Jorge Bichara, diretor de esportes do COB.

O COB espera levar 491 atletas para o Pan. Até o momento, já contabiliza 479, mas o país ainda disputará o classificatório no rúgbi masculino, neste final de semana. A entidade não revela meta de medalhas e diz que o foco é a buscar obuscar o máximo de vagas para o país em Tóquio-2020.

– Essa fase final é de atenção aos detalhes e aprimorar a fase final de preparação. A equipe de natação, por exemplo, acabou de retornar da Europa, e o time de atletismo acabou de chegar na Europa. Cada um com seu momento de preparação. Estamos em fases diferentes para a preparação dos esportes, mas tendo uma atenção especial para conquistar os objetivos – falou Bichara.

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da esport bet: Hipismo, polo aquático e handebol são cotados

No Pan, 22 modalidades distribuirão vagas para os Jogos Olímpicos ou contarão pontos para o ranking mundial, classificatório para Tóquio-2020: atletismo, badminton, basquete, saltos ornamentais, hipismo saltos, hipismo adestramento, hipismo CCE, hóquei sobre a grama (o Brasil não se classificou para Lima-2019) caratê (kata e kumitê), nado artístico, natação, pentatlo moderno, levantamento de peso, surfe, taekwondo, tênis, tênis de mesa, tiro esportivo, tiro com arco, vela e polo aquático.

Em algumas, como hipismo, polo aquático e handebol (masculino e feminino), o Pan é o caminho mais fácil para a obtenção de vagas olímpicas.

– Em modalidades como handebol, polo aquático e hipismo, cresce a expectativa pela grande possibilidade de garantir a classificação ali. Não é a única forma, mas é um caminho interessante – avaliou Bichara.

OS NÚMEROS DO PAN

– 6.680 atletas, de 42 países, são esperados nos Jogos Pan-Americanos de Lima.

– 9.352 pessoas, entre atletas e oficiais, irão ao evento.

– 400 provas serão disputadas, de38 esportes, em cinco grandes complexos esportivos.

– 50 mil peças de uniformes do Brasil sairão da China direto para o Peru.

– 800 malas serão feitas com os uniformes para todos os integrantes da delegação brasileira.

– 491 atletas deverá ter o Brasil no Pan de Lima

– 750 brasileiros, entre atletas e oficiais, comporão a delegação.

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